Como As Redes sociais Ajudam O ecommerce?

25 Apr 2019 16:21
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<h1>Do mesmo jeito Redes sociais Para Organiza&ccedil;&otilde;es: Como Usar A Seu Favor? </h1>

<p>Nunca antes na hist&oacute;ria das Copas tivemos tantos meios de dispers&atilde;o da nossa aten&ccedil;&atilde;o pra seguir a luta. WhatsApp, aplicativos de bol&otilde;es, Instagram, YouTube, Twitter, Facebook. S&atilde;o in&uacute;meras as m&iacute;dias sociais que nos tiram do universo presente e nos catapultam mundo afora. S&oacute; que, por este caminho, as marcas t&ecirc;m confundido as m&iacute;dias sociais como o ambiente pra se estar nas ativa&ccedil;&otilde;es relacionadas ao Mundial.</p>

<p>Basicamente isso significa transpor da televis&atilde;o pra mesas-redondas virtuais o campo de atua&ccedil;&atilde;o de uma marca. &Eacute; fundamental, hoje, estar conectado nas redes para fazer divis&atilde;o da conversa. As m&iacute;dias sociais viraram caixas Esplanada/propostas/Wikip&eacute;dia:Wikip&eacute;dia Em Portugu&ecirc;s No Facebook (23dez2018) do que acontece num evento. &Eacute; s&oacute; enxergar a propor&ccedil;&atilde;o que tomou o desgostoso filme de torcedores brasileiros fazendo uma “brincadeira” com a torcedora russa de faz&ecirc;-la redizer um palavr&atilde;o em portugu&ecirc;s. O caso transformou-se em linchamento virtual dos pretensos marmanjos e em p&eacute;ssimo neg&oacute;cio pra todos os envolvidos. Nos Estados unidos, o ex-astro da sele&ccedil;&atilde;o Landon Donovan sofreu pela pele a revolta de colegas de time, m&iacute;dia e torcedores ao fazer um filme declarando seu apoio &agrave; sele&ccedil;&atilde;o do M&eacute;xico.</p>

<p>A a&ccedil;&atilde;o, devidamente patrocinada na seguradora Wells Fargo, ganhou influ&ecirc;ncia mundial. Os casos s&atilde;o emblem&aacute;ticos pra apreender o que de fato pode “engajar” numa a&ccedil;&atilde;o nas redes sociais. Quase a toda a hora o que fica &eacute; a gafe, e n&atilde;o o sucesso. As marcas t&ecirc;m confundido as m&iacute;dias sociais como ponto encerramento de parada numa estrat&eacute;gia de ativa&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico. Sim, essas m&iacute;dias s&atilde;o o cora&ccedil;&atilde;o pulsante de um enorme evento. Todavia delimitar-se a fazer delas o fim de teu plano de marketing &eacute; um tremendo problema de avalia&ccedil;&atilde;o do potencial que existe dentro de um megaevento.</p>

<ul>
<li>O Nome da Rosa (Umberto Eco) zoom_out_map</li>
<li>Acesse os influenciadores na sua ind&uacute;stria/ nicho</li>
<li>Presen&ccedil;a de imagens</li>
<li>Bilhetes de loteria</li>
<li>Tenha objetivos</li>
<li>Invista em an&uacute;ncios pagos para anunciar o buffet</li>
<li>Voc&ecirc; cadastra tua conta pela ferramenta (a por&ccedil;&atilde;o mais perigosa da hist&oacute;ria)</li>
<li>Fa&ccedil;a filmagens em alta descri&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>

<p>Transportar torcedores pra competi&ccedil;&atilde;o a come&ccedil;ar por a&ccedil;&otilde;es que ir&atilde;o instigar vendas, fazer encontros com os jogadores que l&aacute; est&atilde;o, procurar astros do passado para recriar a conex&atilde;o emocional do torcedor com sua paix&atilde;o. Estes s&atilde;o alguns dos elementos que t&ecirc;m sido relegados a um segundo plano pelas marcas, &aacute;vidas por engajamento.</p>

<p>Com in&uacute;meras ferramentas de mensura&ccedil;&atilde;o de alcance, as m&iacute;dias sociais viraram um meio acess&iacute;vel de se medir sucesso ou fracasso de uma a&ccedil;&atilde;o. Contudo n&atilde;o se estuda qu&atilde;o fracos e perec&iacute;veis s&atilde;o esses engajamentos das pessoas multiconectadas e dispersas. Compramos a ideia de que tudo se escolhe com views, likes e shares nas redes. O esporte &eacute; tudo isso. Todavia a partir de conex&otilde;es reais.</p>

<p>Grifes n&atilde;o vendem online, mas 72% dos clientes dizem que n&atilde;o teriam limite de gastos ao obter em um aplicativo, segundo busca do Luxury Institute. 40% das marcas de luxo ainda n&atilde;o est&atilde;o na internet. Algo tem que atrai-las. Prontamente h&aacute; bons exemplos: Saks Fifth Avenue e Net-a-Porter s&atilde;o casos de outlets online.</p>

<p>E-commerce, em 2015, est&aacute; sendo explicado como a &quot;nova China&quot; pro mercado de luxo: quer dizer, a mais nova amplo oportunidade de se fazer dinheiro, muito dinheiro. Marcas buscam aquele espa&ccedil;o entre o luxo e o popular. O mercado chin&ecirc;s e asi&aacute;tico para as marcas de luxo enfraqueceu, mas h&aacute; espa&ccedil;o pras marcas chamadas &quot;masstige&quot;, Como Obter Milh&otilde;es De F&atilde;s, Curtidas, Alcance No Facebook de grife, aos selos de qualidade.</p>

<p>Grifes europeias como Cinco Informa&ccedil;&otilde;es Pra Fazer Uma Sensacional Gest&atilde;o De M&iacute;dias sociais Na sua Empresa e Gucci conseguiram se encaixar mais no mercado chin&ecirc;s que marcas contempor&acirc;neas americanas, por exemplo. H&aacute;, assim, um nicho a ser explorado. Marcas de fast fashion n&atilde;o conseguem ser mais apenas &quot;baratas&quot; ou &quot;estilosas&quot;. Elas necessitam ser inteligentes, refletindo a crescente sofistica&ccedil;&atilde;o do cliente e de tuas expectativas. H&aacute; tempos as marcas de luxo se ligaram ao mundo das artes.</p>

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